por Mauro Homan
Fico muito feliz em poder compartilhar algumas experiências gastronômicas que tenho vivido. Vale lembrar que as experiências de todos são muito bem vindas aqui em nossa coluninha. Escolhi como primeira dica um lugar muito despretensioso, mas que me emocionou muito pelo conjunto.
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A chef Li em seu posto de trabalho. |
Como leitor assíduo do blog da nossa aclamada chef Roberta Sudbrack, descobri em um de seus posts a tal da Li (Eliane André). Que eu me emociono sempre que leio algo da Roberta já é fato, mas nesse caso eu senti que tinha algo muito especial ali.
O título do post era: “Sou eu, ou o mundo gastronômico que esta confuso?” Roberta falava que em um mundo de espumas (confesso que ainda me encanta) , no qual a química fala bem alto, falta comida de verdade e assim ela descreve a Casa da Li: “Comida feita por gente de verdade, com alma de cozinheiro, amor incondicional pela cozinha e o suor bom da profissão. Comida que dispensa explicação e muito menos apresentação, é olhar, vibrar e não esquecer”
Louco com aquilo, na primeira oportunidade fui pra São Paulo e corri pra vila Madalena atrás do restaurante da Li. Fachada simples, com uma arquitetura e decoração sem grandes pretensões, talvez me deixou um pouco com sorriso amarelo quando cheguei, mas depois de ser recebido por uma equipe com simpatia na medida certa (simpatia demasiada tb é UÓ!!!) eu percebi que aquele lugar tinha uma magia especial: magia de casa de vó, de mãe, de gente de verdade. Fiz questão de ultrapassar os limites do balcão e ficar um pouquinho na cozinha com a QUERIDÍSSIMA Li. Foi um caminho sem volta, fiquei encantado e não queria mais voltar para mesa que me esperava com uma cerveja Colorado geladíssima. Optei pelo menu degustação e participei de uma orgia gastronômica. Tudo isso com amigos queridos. Depois, fui me despedir da Li e agradecer. Não é que a queridona encheu os olhos d´agua? Claro que os meus também ficaram mareados. Infelizmente as fotos são de celular, mas vale pelo registro.
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Sopa de mandioquinha com gergelim. |
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Fui apresentado neste dia ao alho negro, quem fornece é Marisa Ono |
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Porchetta italiana, isto é divino! |
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Eu que odeiooo pudim de pão, fiquei surpreso! Este é dos deuses! |
Obrigado Li! Pela experiência, sorrisos, olhares, surpresas, carinho e por sempre estar de coração aberto para receber.
Obrigado Roberta! Por apresentar, escrever e sempre comentar sobre esta grande mulher. Obrigado amigos por compartilhar tudo isso.
CASA DA LI - Rua Aspicuelta 23, Vila Madalena – São Paulo
Obrigado Roberta! Por apresentar, escrever e sempre comentar sobre esta grande mulher. Obrigado amigos por compartilhar tudo isso.
CASA DA LI - Rua Aspicuelta 23, Vila Madalena – São Paulo
12 comentários:
ai que vontade!!!!
fiquei super curiosa com o tal alho negro!!! o sabor dele é diferente?!!
Fiquei com vontade dessa Porchetta!
Hmmmmmmmm
Nossa. muita vontade!
Acho que uma hora temos que combinar um fds gastronomico em sp.
Até pq tem gente indo morar lá né?
Edição paulistana da confraria.
Adoro!
O sabor do alho negro é bem suave, não tem cheiro e nem gosto do alho tradicional. Tem um sabor adocicado, textura pastosa e cheiro de funghi... Muito bom!!! Ele passa por um processo de fermentação durante trinta dias numa estufa, com controle de umidade e temperatura.
Maurinho, vc bem que podia fazer um alho negro pra gente experimentar, né?!
Eu tô morrendo de vontade.
Beijos, amei o post e amo você!
Adorei!
Vou virar fã.
Bjs,
Karina AT
alho negro, alho negro, alho negro... delicia!
Meu Deus! Amei... q inveja boa.
Vamos todos lá???? CONFRATUR JÁ!!!
Eu fui várias vezes ea comida é muito rica. Eu gostaria de encontrar restaurantes em vila madalena como este. Eu recomendo a todos para ir.
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